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Parangolé

Flávia Bittencourt

Parangolé

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Segura o coco, Flávia!
'Simbora', Baleiro!
Não deixa cair!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé é uma mistura
Do tempo da Janambura
Que virou arrasta-pé
Parangolé é uma mistura
Do tempo da Janambura
Que virou arrasta-pé

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé é uma mistura
Do tempo da Janambura
Que virou arrasta-pé
Parangolé é uma mistura
Do tempo da Janambura
Que virou arrasta-pé

É uma mistura de coco ralado
Com farinha, rapadura
Quebra-queixo e picolé
Tucum, babaçu, pirinã, catolé
De tanto quebrar o coco
Não sobrou machado em pé

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Ê!

Parangolé é uma mistura
Do tempo da Janambura
Que virou arrasta-pé
Parangolé é uma mistura
Do tempo da Janambura
Que virou arrasta-pé

Quando tem coco lá no quebra-pote
E alguém funga no cangote
Sem reparar a mulher
Vai ter bafafá de abrir fechiclé
Tesoura, cama de gato
Só não quebra quem não quer

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé, parangolé, parangolé
Segura o coco
Que eu vou dizer como é!

Parangolé

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

¡Agarra el coco, Flavia!
¡Vamos, Baleiro!
¡No dejes que se caiga!

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Parangolé es una mezcla
De la época de Janambura
Que se convirtió en arrasta-pé
Parangolé es una mezcla
De la época de Janambura
Que se convirtió en arrasta-pé

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Parangolé es una mezcla
De coco rallado
Con harina, rapadura
Quebra-queixo y paleta
Tucum, babaçu, pirinã, catolé
De tanto romper el coco
No quedó hacha en pie

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

¡Eh!

Parangolé es una mezcla
De la época de Janambura
Que se convirtió en arrasta-pé
Parangolé es una mezcla
De la época de Janambura
Que se convirtió en arrasta-pé

Cuando hay coco en el rompecabezas
Y alguien husmea en el cuello
Sin darse cuenta la mujer
Habrá un alboroto para abrir el fechiclé
Tijeras, cama de gato
Solo no se rompe quien no quiere

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Parangolé, parangolé, parangolé
Agarra el coco
¡Te diré cómo es!

Escrita por: César Teixeira