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Morí por ti

Flávio Anício

Morri Pra Você

Você não é a amiga que eu sempre pensei que fosse
Às vezes é preciso estar longe, pra poder enxergar perto
Às vezes cair antes, te faz subir depressa
Com guindastes de verdade, ombros de apoiar

Ar, ainda que difícil de respirar
Pedaços vivos do coração, faltando partes quase mortas
Secas de vontade de voltar

Quem foi que disse um dia que era nobre aquilo que partiu
Quem hoje a esse meu é esnobe, pra sempre será

Não quero mudar, não eu, nem tentar
Morri pra essas coisas que tem regras de jogo
Nada quero!

Sorte, nem você! Azar ou te perder!
Morri pra essas coisas, morri pra você

Ar, ainda que difícil de respirar
Pedaços vivos do coração, faltando partes quase mortas
Secas de vontade de voltar
Quem foi que disse um dia que era nobre aquilo que partiu
Quem hoje a esse meu é esnobe, pra sempre será

Não quero mudar, não eu, nem tentar
Morri pra essas coisas que tem regras de jogo
Nada quero!

Sorte, nem você! Azar ou te perder!
Morri pra essas coisas, morri pra você

Morí por ti

No eres la amiga que siempre pensé que eras
A veces es necesario estar lejos, para poder ver de cerca
A veces caer antes, te hace subir rápido
Con grúas de verdad, hombros en los que apoyarse

Aire, aunque difícil de respirar
Pedazos vivos del corazón, faltando partes casi muertas
Secas de ganas de volver

¿Quién dijo alguna vez que era noble lo que se fue?
Quien hoy a este mío es soberbio, para siempre lo será

No quiero cambiar, ni intentarlo
Morí por esas cosas que tienen reglas de juego
¡Nada quiero!

¡Suerte, ni tú! ¡Mala suerte o perderte!
Morí por esas cosas, morí por ti

Aire, aunque difícil de respirar
Pedazos vivos del corazón, faltando partes casi muertas
Secas de ganas de volver
¿Quién dijo alguna vez que era noble lo que se fue?
Quien hoy a este mío es soberbio, para siempre lo será

No quiero cambiar, ni intentarlo
Morí por esas cosas que tienen reglas de juego
¡Nada quiero!

¡Suerte, ni tú! ¡Mala suerte o perderte!
Morí por esas cosas, morí por ti

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