Já não Cabe
Já não cabe a mim decidir
O caminho sempre a seguir
Já não sei aonde ir
Já não cabe a mim dizer
Quando voltarei a sorrir
Já não cabe e a mim decidir
O que resta é partir
Em busca de tudo que guardo no coração
Mas ao partir não se esqueça da dor de ninguém
E quando for não se esqueça do amor que alguém
Lhe deu sem pedir o troco
Já andam dizendo por aí que sou louco
Que eu sou louco, louco, louco
Caminharia sobre os mares negro e vermelho
Escalaria paredões, rochedos
Pularia no rio se fosse seu desejo
Decidi já não me caber
Pois nem sempre existe um atalho
Para se esconder
Já andam dizendo por aí que sou louco
Que eu sou louco, louco, louco
Caminharia sobre os mares negro e vermelho
Escalaria paredões, rochedos
Pularia no rio se fosse seu desejo
Ya no cabe
Ya no me corresponde a mí decidir
Siempre el camino a seguir
Ya no sé a dónde ir
Ya no me corresponde a mí decir
Cuándo volveré a sonreír
Ya no me corresponde a mí decidir
Lo que queda es partir
En busca de todo lo que guardo en el corazón
Pero al partir no olvides el dolor de nadie
Y cuando te vayas no olvides el amor que alguien
Te dio sin pedir nada a cambio
Ya andan diciendo por ahí que estoy loco
Que estoy loco, loco, loco
Caminaría sobre los mares negro y rojo
Escalaría acantilados, peñascos
Saltaría al río si fuera tu deseo
Decidí que ya no me cabe
Porque no siempre hay un atajo
Para esconderse
Ya andan diciendo por ahí que estoy loco
Que estoy loco, loco, loco
Caminaría sobre los mares negro y rojo
Escalaría acantilados, peñascos
Saltaría al río si fuera tu deseo
Escrita por: Flávio Zé Pêlin / Heber Robson