Coisas Que Odeio Em Ti
Nunca pensei que ao encontrar-te
Eu iria gostar de ti
Era tão fácil odiar-te
Mas porque é que ao dizer não
Quero dizer sim
E mesmo assim sei que te odeio
Dei ordens ao meu coração
De achar-te mau, perigoso e feio
Mas mentir-me não é mesmo a solução
Odeio tanto esse sorriso encantador
Que ilumina o meu céu
Quando a noite vê chegar
Odeio tanto essa boca tão linda
E esses lábios que suplicam
E me pedem p’rós beijar
Odeio tanto que nem te odeio
E saber que eu te quero
Só me confunde ainda mais
Porque eu acho que te quero
Mais que nada, mais que tudo
Se te quero, não te quero
E desespero!
Eu já não sei se estou errada
Ó Conde tu tens o condão
De me deixar desesperada
A pensar se te odeio sem ter razão
E fecho os olhos à verdade
Que eu insisto em não querer ver
És a minha cara metade
Que eu odeio e que amo sem saber
Odeio tanto esse sorriso encantador
Que ilumina o meu céu
Quando a noite vê chegar
Odeio tanto essa boca tão linda
E esses lábios que suplicam
E me pedem p’rós beijar
Odeio tanto que nem te odeio
E saber que eu te quero
Só confunde ainda mais
Porque eu acho que te quero
Mais que nada, mais que tudo
Se te quero, não te quero
E desespero!
Cosas Que Odio De Ti
Nunca pensé que al encontrarte
Me iba a gustar de ti
Era tan fácil odiarte
Pero ¿por qué al decir no
Quiero decir sí?
Y aún así sé que te odio
Di órdenes a mi corazón
Para encontrarte malo, peligroso y feo
Pero mentirme no es la solución
Odio tanto esa sonrisa encantadora
Que ilumina mi cielo
Cuando la noche ve llegar
Odio tanto esa boca tan hermosa
Y esos labios que suplican
Y me piden besarte
Odio tanto que ni siquiera te odio
Y saber que te quiero
Solo me confunde aún más
Porque creo que te quiero
Más que nada, más que todo
Si te quiero, no te quiero
¡Y desespero!
Ya no sé si estoy equivocada
Oh Conde, tienes el don
De dejarme desesperada
Pensando si te odio sin razón
Y cierro los ojos a la verdad
Que insisto en no querer ver
Eres mi otra mitad
Que odio y amo sin saber
Odio tanto esa sonrisa encantadora
Que ilumina mi cielo
Cuando la noche ve llegar
Odio tanto esa boca tan hermosa
Y esos labios que suplican
Y me piden besarte
Odio tanto que ni siquiera te odio
Y saber que te quiero
Solo confunde aún más
Porque creo que te quiero
Más que nada, más que todo
Si te quiero, no te quiero
¡Y desespero!