Acalmar / Arpoador (Mashup)
Sei que a gente não tem mais aqueles planos de tentar seguir
Vou andando e pensando onde é que se encontra o que a gente quis
E eu corro pro mar
Pra me acalmar, meu bem
Deixo a onda bater, porque ela me dá vontade de sorrir
Fecho os olhos e o vento me traz o teu cheiro que se encaixa em mim
Me arrependo em ver hoje a distancia adiantando o fim
Eu quero que a sua vontade seja minha vontade de te ter aqui, comigo
E eu corro pro mar, pra me acalmar, meu bem
Veja, o nascer do sol da pedra do Arpoador
Areia e vontade de viver, perdido na imensidão do mar, dos teus olhos
Cabelo alvo, platinado ao léu. Menino solto no azul do véu de Ipanema
E tudo era feito comunhão, dois corpos delicados pelo chão de areia
Iemanjá chega pede licença, abençoando toda a nossa crença
Vejo, a vida passar
Da pedra do Arpoador
Calmante / Arpoador (Mashup)
Se que ya no tenemos esos planes de intentar seguir
Voy caminando y pensando dónde encontrar lo que queríamos
Y corro hacia el mar
Para calmarme, mi amor
Dejo que la ola golpee, porque me da ganas de sonreír
Cierro los ojos y el viento me trae tu olor que encaja en mí
Me arrepiento al ver hoy la distancia acercando el final
Quiero que tu deseo sea mi deseo de tenerte aquí, conmigo
Y corro hacia el mar, para calmarme, mi amor
Mira, el amanecer desde la piedra de Arpoador
Arena y ganas de vivir, perdido en la inmensidad del mar, de tus ojos
Cabello blanco, plateado al viento. Niño suelto en el azul del velo de Ipanema
Y todo era como una comunión, dos cuerpos delicados en el suelo de arena
Yemanjá llega pidiendo permiso, bendiciendo toda nuestra creencia
Veo, la vida pasar
Desde la piedra de Arpoador