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Consciencia Ciega

Fluxo

Consciência Cega

É tão fácil viver assim
Ignorar o que não atinge a mim
Fechar os olhos, está tudo em paz
E reclamar de quem nada faz
(Tá tudo errado, o que posso fazer?)
(Prefiro aceitar e esquecer)

Tô confortável, não quero confusão!
Só apenas um em toda a imensidão!
(A imensidão)

E o padrão que você se tornou
Sem opinião e sem valor
Acompanhando sempre a moda
Quem disse que a natureza importa?
(De consumir não posso parar)
(Devo fazer a máquina funcionar)

Tô confortável, não quero confusão!
Só apenas um em toda a imensidão!
(A imensidão)

(Tá tudo errado, o que posso fazer?)
(Prefiro aceitar e esquecer)

Tô confortável, não quero confusão!
Só apenas um em toda a imensidão!
(A imensidão)

Consciencia Ciega

Es tan fácil vivir así
Ignorar lo que no me afecta
Cerrar los ojos, todo está en paz
Y quejarse de quien no hace nada
(¡Está todo mal, qué puedo hacer?)
(Prefiero aceptar y olvidar)

¡Estoy cómodo, no quiero líos!
¡Solo uno en toda la inmensidad!
(La inmensidad)

Y el estándar en el que te has convertido
Sin opinión y sin valor
Siguiendo siempre la moda
¿Quién dijo que la naturaleza importa?
(No puedo dejar de consumir)
(Debo hacer funcionar la máquina)

¡Estoy cómodo, no quiero líos!
¡Solo uno en toda la inmensidad!
(La inmensidad)

(¡Está todo mal, qué puedo hacer?)
(Prefiero aceptar y olvidar)

¡Estoy cómodo, no quiero líos!
¡Solo uno en toda la inmensidad!
(La inmensidad)

Escrita por: Suelayne Cris / Victor Viana