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Remolino (part. ultrasensibles)

FM-CINCO

Redemoinho (part. ultrasensiveis)

Um bombeiro não tem razão de viver se não tiver chama pra queimar
Um doutor não vai ter razão de viver se não tiver doença pra espalhar
Um xerife não tem razão de viver se não tiver bandido pra matar
E um louco anda tão livre, ele escolhe sua missão de cada dia

Não se importa com cheiro nem com aparência
Ele tem anticorpos e não tem doença
Onde encontram feiura ele encontra beleza
Ele acha trabalho na decadência

Se tá calor pra quê vestimenta?
Se tá chovendo pra quê chuveiro?
Se tá doente, ele faz seu remédio
Pra quê farmácia se nasce na terra?
As substâncias tão na natureza
Sua arte é sua única crença
Espaireça na floresta úmida
Se o Sol machuca, se esconde em grutas
Jangada não passa em águas brutas
Aprimore e faça seu navio
Recomponha-se em carne, frutas
Pra poder pensar sem ter desvio
Tire um tempo na colina próxima
Que tal expandir um pouquinho?
Tragos de algo sagrado
Goles de algo sagrado

(Se eu tô)
Se eu tô na colina
E tô chorando enquanto conto grana
É porque o redemoinho engoliu outra minha semana
São redemoinhos que eu creio pra sugar o que eu imagino
Pra onde o lixo vai? (Essa é a grande questão)
Nada me atrai, fumei todo o meu verão

Eu tô chorando no táxi de luxo
É 99 (yeah)
Bati num x9
Meu pingente é de cobre (né)
Maninho cinco
Soltando fumaça
Eu sou um mané
Maninho cinco vai cobrir a face com boné
Já aceitei a salvação, já aceitei a perdição (né)
Enxergo com o coração (né)
Já peguei o material, abracei a fé
Não vou fazer o que eu quiser (yeah)
Eu quero expandir com o que eu quiser
Vou sumir com o que eu tiver
Vou sumir (yeah)
Eu vou sumir com o que eu tiver

Se eu tô na colina
E tô chorando enquanto eu conto grana
É porque o redemoinho engoliu outra minha semana

Remolino (part. ultrasensibles)

Un bombero no tiene razón de vivir si no tiene fuego para quemar
Un doctor no va a tener razón de vivir si no tiene enfermedad para propagar
Un sheriff no tiene razón de vivir si no tiene criminal para matar
Y un loco anda tan libre, elige su misión de cada día

No le importa el olor ni la apariencia
Él tiene anticuerpos y no tiene enfermedad
Donde encuentran fealdad, él encuentra belleza
Él halla trabajo en la decadencia

Si hace calor, ¿para qué ropa?
Si está lloviendo, ¿para qué ducha?
Si está enfermo, él hace su medicina
¿Para qué farmacia si nace de la tierra?
Las sustancias están en la naturaleza
Su arte es su única creencia
Desahógate en el bosque húmedo
Si el Sol duele, se esconde en grutas
La balsa no pasa en aguas bravas
Mejora y haz tu barco
Recompónte en carne, frutas
Para poder pensar sin desvío
Tómate un tiempo en la colina cercana
¿Qué tal expandirte un poquito?
Tragos de algo sagrado
Goles de algo sagrado

(Si estoy)
Si estoy en la colina
Y estoy llorando mientras cuento dinero
Es porque el remolino se tragó otra de mis semanas
Son remolinos que creo para absorber lo que imagino
¿A dónde va la basura? (Esa es la gran cuestión)
Nada me atrae, fumé todo mi verano

Estoy llorando en el taxi de lujo
Es 99 (sí)
Chocé con un x9
Mi colgante es de cobre (¿no?)
Manito cinco
Saliendo humo
Soy un tonto
Manito cinco va a cubrirse la cara con un gorro
Ya acepté la salvación, ya acepté la perdición (¿no?)
Veo con el corazón (¿no?)
Ya tomé el material, abracé la fe
No voy a hacer lo que quiera (sí)
Quiero expandirme con lo que quiera
Voy a desaparecer con lo que tenga
Voy a desaparecer (sí)
Voy a desaparecer con lo que tenga

Si estoy en la colina
Y estoy llorando mientras cuento dinero
Es porque el remolino se tragó otra de mis semanas