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Mirada de Secar Bodega

Forró Beija Flor

Olhar de Secar Bodega

Cabra nojento que nunca pode ver nada
Que o olho fica querendo sair da cara
Seu olho gordo, invejoso sem valor
Até de frente contigo é uma desgraça...
O teu olhar tem poder de parar relógio,
Se duvidar apaga até um lampião
Se derrepente tú olhar para um coqueiro,
Tenho certesa côco verde cai no chão...

Olha maldito não tem reza que de jeito,
Olho de secar budega,
Olhar de secar pião...[bis]

Sai daqui cabra nojento,
Tu não vem me atrazar não
Bota esse olho pra lá que é para não da confusão
Teu olhar de cabra morta,
Tu não vem me derrubar
Meu negócio é trabalhar
Vai azalar outro pra lá...[bis]

Ele não pode ver ninguem de bem com a vida
Que vem querendo logo catinga botar
Teu penssamento negativo é uma navalha
E facilmente ele pode te cortar
Um homem desse se tu for amigo dele
Tu não precisa de inimigo meu irmão
Olho de boi, de cururú catimbozeiro
Esse cabra é uma peste,
Parece ser filho do cão...

Mirada de Secar Bodega

Cabra repugnante que nunca puede ver nada
Que el ojo quiere salir de la cara
Tu ojo codicioso, envidioso sin valor
Incluso de frente contigo es una desgracia...
Tu mirada tiene el poder de detener un reloj,
Si dudas, apaga incluso una lámpara
Si de repente miras a una palmera,
Tengo la certeza de que el coco verde caerá al suelo...

Mira maldito, no hay rezo que funcione,
Mirada de secar bodega,
Mirada de secar peón...[bis]

Sal de aquí cabra repugnante,
No vengas a molestarme
Aparta esa mirada de aquí para evitar problemas
Tu mirada de cabra muerta,
No me derribarás
Mi negocio es trabajar
Ve a fastidiar a otro por allá...[bis]

Él no puede ver a nadie feliz en la vida
Que ya quiere echar a perder las cosas
Tu pensamiento negativo es como una navaja
Y fácilmente puede cortarte
Un hombre así, si eres su amigo
No necesitas enemigos, hermano
Ojo de buey, de cururú hechicero
Este tipo es una plaga,
Parece ser hijo del diablo...

Escrita por: Zú Jeovanio