395px

Déjame Cantar

Forró Malino

Deixa Eu Cantar

Deixa eu cantar, hum hum hum
Deixa eu cantar, ooooo
Deixa eu cantar...
Deixa eu cantar...

Toca meu som na Bahia
Um dia beijará, quem dera
Verdadeira primavera
Um canto para o verão
Quando eu pegar sua mão
Cruzemos o sinal fechado
Um beijo me deixa assanhado

Deixa eu cantar, hum hum hum
Deixa eu cantar, ooooo
Deixa eu cantar...
Deixa eu cantar...

Pro mundo ficar Odara,
Iara sereia do rio
Sentindo o seu beijo frio
Vampira de rastafari
Te conhecer num safari
Em plena selva Bahiana
Róla na relva bacana

Deixa eu cantar, hum hum hum
Deixa eu cantar, ooooo
Deixa eu cantar..
Deixa eu cantar..

Chapéu de couro no Bob
Dread lock no Gonzaga
Chama que não se apaga
Da cultura Brasileira
Fazer amor numa esteira
Tê-la feliz em meus braços
Mas se sobrar um espaço

Deixa eu cantar, hum hum hum
Deixa eu cantar, ooooo
Deixa eu cantar...
Deixa eu cantar...

Enfiado no escuro
Não vejo cones à frente
Toma a motoca da gente
Se num pagar o seguro
Mas no futuro eu juro
Pago o licenciamento
Mas guardo ressentimento

Deixa eu cantar, hum hum hum
Deixa eu cantar, ooooo
Deixa eu cantar..
Deixa eu cantar..

Não admito embuste
Custe o que custar eu mato
O filho homem de Torquato
Pai do Faiomilandra
Danço conforme a banda
Manda contar que eu pago
Mas se causar um estrago

Deixa eu cantar, hum hum hum
Deixa eu cantar, ooooo
Deixa eu cantar..
Deixa eu cantar..

Déjame Cantar

Déjame cantar, hum hum hum
Déjame cantar, ooooo
Déjame cantar...
Déjame cantar...

Suena mi música en Bahía
Un día besarás, ojalá
Verdadera primavera
Un canto para el verano
Cuando tome tu mano
Cruzamos el semáforo en rojo
Un beso me pone ansioso

Déjame cantar, hum hum hum
Déjame cantar, ooooo
Déjame cantar...
Déjame cantar...

Para que el mundo sea Odara,
Iara sirena del río
Sintiendo tu beso frío
Vampira de rastafari
Conocerte en un safari
En plena selva bahiana
Rodando en la hierba genial

Déjame cantar, hum hum hum
Déjame cantar, ooooo
Déjame cantar..
Déjame cantar..

Sombrero de cuero en Bob
Dread lock en Gonzaga
Llama que no se apaga
De la cultura brasileña
Hacer el amor en una estera
Tenerte feliz en mis brazos
Pero si queda un espacio

Déjame cantar, hum hum hum
Déjame cantar, ooooo
Déjame cantar...
Déjame cantar...

Metido en la oscuridad
No veo conos adelante
Toma la moto de la gente
Si no pagas el seguro
Pero en el futuro juro
Pagaré el permiso
Pero guardo rencor

Déjame cantar, hum hum hum
Déjame cantar, ooooo
Déjame cantar..
Déjame cantar..

No admito engaños
Cueste lo que cueste, mato
Al hijo hombre de Torquato
Padre de Faiomilandra
Bailo al ritmo de la banda
Manda a contar que yo pago
Pero si causa un desastre

Déjame cantar, hum hum hum
Déjame cantar, ooooo
Déjame cantar..
Déjame cantar..

Escrita por: Kuque Malino