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Otro Más Para la Cuenta

Fortunato e Os Jovens de Ontem

Mais Um Pra Conta

Tá pensando o quê?
Aqui né casa de Mãe Joana que faz o que quer
Que entra e sai sem me dizer
Não me venha com graça, eu conheço teu carteado
Tua cara lisa não disfarça

Quem cê pensa que é?
Sem vergonha, descarado
Pra cima de mim vem se fazendo de coitado
Eu conheço cada conta desse teu rosário
Não me apronta que eu não sou otário

Eu que não sou da tua laia não caio em maracutaia
Nem conversa mole pra fazer dormir
Vai ciscar em outro lugar, de onde saiu pode voltar
Teu troco já tá separado não vou mais cair

Nem vem que não tem
Nem venha forte que hoje não tem janta
Nem vou torrar minha paciência santa
Com um Zé Ninguém que não vale um vintém

Nem vem que não tem
Nem venha forte que hoje não tem janta
Nem vou torrar minha paciência santa
Com um Zé Ninguém que não vale um vintém

Tá pensando o quê?
Aqui né casa de Mãe Joana que faz o que quer
Que entra e sai sem me dizer
Não me venha com graça, eu conheço teu carteado
Tua cara lisa não disfarça

Quem cê pensa que é?
Sem vergonha, descarado
Pra cima de mim vem se fazendo de coitado
Eu conheço cada conta desse teu rosário
Não me apronta que eu não sou otário

Eu que não sou da tua laia não caio em maracutaia
Nem conversa mole pra fazer dormir
Vai ciscar em outro lugar, de onde saiu pode voltar
Teu troco já tá separado não vou mais cair

Nem vem que não tem
Nem venha forte que hoje não tem janta
Nem vou torrar minha paciência santa
Com um Zé Ninguém que não vale um vintém

Nem vem que não tem
Nem venha forte que hoje não tem janta
Nem vou torrar minha paciência santa
Com um Zé Ninguém que não vale um vintém

Otro Más Para la Cuenta

¿Qué te crees?
Aquí no es la casa de la abuela que hace lo que quiere
Que entra y sale sin decirme
No vengas con gracia, conozco tus trucos
Tu cara de póker no engaña

¿Quién te crees que eres?
Sin vergüenza, descarado
Vienes hacia mí haciéndote el pobre
Conozco cada truco de tu rosario
No me hagas el tonto que no lo soy

Yo que no soy de tu calaña no caigo en trampas
Ni en charlas baratas para dormir
Ve a buscar en otro lado, de donde saliste puedes volver
Tu vuelto ya está separado, no caeré más

No vengas que no hay
No vengas fuerte que hoy no hay cena
No voy a agotar mi santa paciencia
Con un Don Nadie que no vale un centavo

No vengas que no hay
No vengas fuerte que hoy no hay cena
No voy a agotar mi santa paciencia
Con un Don Nadie que no vale un centavo

¿Qué te crees?
Aquí no es la casa de la abuela que hace lo que quiere
Que entra y sale sin decirme
No vengas con gracia, conozco tus trucos
Tu cara de póker no engaña

¿Quién te crees que eres?
Sin vergüenza, descarado
Vienes hacia mí haciéndote el pobre
Conozco cada truco de tu rosario
No me hagas el tonto que no lo soy

Yo que no soy de tu calaña no caigo en trampas
Ni en charlas baratas para dormir
Ve a buscar en otro lado, de donde saliste puedes volver
Tu vuelto ya está separado, no caeré más

No vengas que no hay
No vengas fuerte que hoy no hay cena
No voy a agotar mi santa paciencia
Con un Don Nadie que no vale un centavo

No vengas que no hay
No vengas fuerte que hoy no hay cena
No voy a agotar mi santa paciencia
Con un Don Nadie que no vale un centavo

Escrita por: Igor Fortunato