Filhos de Zinco
Ao olhar para o mundo tudo está gritando
Ao olhar para mim tudo está vibrando
Despertei de repente, ferida latente e as ruas latindo
Zarpando, zunindo
Nada para, tudo começa, continua e recomeça
Embriagado carrossel que não tem pressa
Construções de suspiros que calam os filhos feitos de zinco
Sussurrando, sucumbindo
Impulso evasivo, intuitivo, de uma passo intranquilo
Constatando a ruína de ideal coletivo
Indivíduos-serpentes regando as sementes com cacos de vidro
Zombando, sorrindo
Hijos de Zinc
Al mirar al mundo todo está gritando
Al mirar hacia mí todo está vibrando
Desperté de repente, herida latente y las calles ladrando
Zarpando, zumbando
Nada se detiene, todo comienza, continúa y vuelve a empezar
Embriagado carrusel que no tiene prisa
Construcciones de suspiros que acallan a los hijos hechos de zinc
Susurrando, sucumbiendo
Impulso evasivo, intuitivo, de un paso intranquilo
Constatar la ruina de un ideal colectivo
Individuos-serpientes regando las semillas con fragmentos de vidrio
Burlándose, sonriendo
Escrita por: Mariana Cetra