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Mente

Francis Hime

Mente

E quanto ao que eu lhe disse aquele dia
Eu simplesmente, não sei
E quanto ao meu estado de agonia
Eu francamente não sei...
E o que é que eu faço agora
Das histórias que eu fiz nascer
Sem enredo pra escapar
Tantas noites pra vencer
Tantos dias pra enganar
E aonde é que se esconde
Aquela porta onde eu vou te ver
Mesmo que eu não possa entrar
Deixa ao menos te dizer
Que eu só vim pra te olhar
E então essa distância tão tirana
Tão tirano, você
E então a sua ausência tão cigana
Tão cigano você
Quase impunemente... Você.
Mente. Mente. Mente... Você.

Mente

Y en cuanto a lo que te dije aquel día
Simplemente, no sé
Y en cuanto a mi estado de agonía
Francamente, no sé...
Y ¿qué hago ahora
Con las historias que hice nacer?
Sin trama para escapar
Tantas noches para vencer
Tantos días para engañar
Y ¿dónde se esconde
Esa puerta donde voy a verte?
Aunque no pueda entrar
Déjame al menos decirte
Que solo vine a mirarte
Y luego esta distancia tan tirana
Tan tirano, tú
Y luego tu ausencia tan gitana
Tan gitano tú
Casi impunemente... Tú.
Mente. Mente. Mente... Tú.

Escrita por: Francis Hime / Olivia Hime