Alegria do Vaqueiro (part. Charles Rossi)
Embaixo de algarobas eu faço minhas canções
E vou aboiando para o meu gado
Com minha viola no peito e gogó afinado
Eu vou aboiando para o meu gado
Escuto os passarinhos, as águas do riacho
Que saem escorregando, vai regando o meu roçado
O feijãozinho verde, as espigas de milho
E o bezerros berrando na porteira do abrigo
O galo já cantou, o sol apareceu
As flores se abriram, o dia amanheceu
E assim vou aboiando o meu rebanho de gado
A lenha tá queimando no fogãozinho de barro
E a fumaça saindo pela brecha do telhado
O cheiro do café moído e bem torrado
Minha enxada no ombro, tô indo pro roçado
E assim vou aboiando o meu rebanho de gado
Alegría del vaquero (parte Charles Rossi)
Debajo de Algarobas hago mis canciones
Y lo estoy aboliendo para mi ganado
Con mi viola en mi pecho y afinado gogó
Voy a abolir para mi ganado
Oigo los pájaros, las aguas del arroyo
Se escapan, regando mi brote
Las judías verdes, las mazorcas de maíz
Y los terneros gritando en la puerta del refugio
El gallo ya ha cantado, el sol ha aparecido
Las flores se abrieron, el día amaneció
Y así aboliré mi manada de ganado
La madera se quema en la estufa de arcilla
Y el humo que sale de la brecha del techo
El olor del café molido y bien tostado
Mi azada en el hombro, voy a la fregona
Y así aboliré mi manada de ganado
Escrita por: Charles Rossi