A Canção da Festa do Milho
Festa do milho
Lá na minha roça
Beira da palhoça
Para esquentar
Uma fogueira
Soltando fagulha
Arrasta todo mundo
Até o Sol raiar
E tem viola
De beira de fogo
Que nas cordas
Não se deva pontear
E os olhos negros
Da morena moça
Reflete a fogueira
E vem me enfeitiçar
Canjica doce
Milho verde assado
Escondidinho do lado
Uma cachaça boa
Tem violeiro e viola catira
E tem muito caipira
Que está rindo à toa
La Canción de la Fiesta del Maíz
Fiesta del maíz
Allá en mi ranchito
Al lado del fogón
Para calentar
Una fogata
Soltando chispas
Arrastra a todo el mundo
Hasta que salga el sol
Y hay guitarra
Junto al fuego
Que en las cuerdas
No se debe rasguear
Y los ojos oscuros
De la morena
Reflejan la fogata
Y vienen a embrujarme
Mazamorra dulce
Maíz verde asado
Escondido al lado
Un buen aguardiente
Hay guitarrista y guitarra
Y hay muchos campesinos
Que están riendo a carcajadas
Escrita por: Júlio Santin / Waldinai Ferreira