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Máscara

Francisca Santos

Máscara

Até quando viver de hipocrisias?
Me fala verdades que são só mentiras
Intenções amargas, palavras de mel
Parece ser do inferno mas diz que é do céu

Até quando viver de hipocrisias?
Tem a boca cheia e a mente vazia
Em um mergulho profundo descobri o teu raso
Não te custou nada e pra alguém saiu caro

Tira a máscara, já posso te ver
Não há nada em oculto que não possa se ver

Até quando viver só de fingimento
Se mostra por fora, eu te enxergo por dentro
Domina o barulho, eu me movo em silêncio
E se me fala absurdo é que não tem argumento

Tira a máscara, já posso te ver
Não há nada em oculto que não possa se ver
Tira a máscara, já posso te ver
Não há nada em oculto que não possa se ver

Máscara

¿Cuánto tiempo vivir en la hipocresía?
Dime verdades que son sólo mentiras
Amargas intenciones, palabras de miel
Parece que es del infierno, pero dice que es del cielo

¿Cuánto tiempo vivir en la hipocresía?
Su boca está llena y su mente está vacía
En una inmersión profunda descubrí tu superficial
No te costó nada y era caro para alguien

Quítate la máscara, puedo verte
No hay nada oculto que no puedas ver

Incluso cuando vives solo fingiendo
Si lo muestras por fuera, te veo dentro
Domina el ruido, me muevo en silencio
Y si me hablas absurdo, es que no hay discusión

Quítate la máscara, puedo verte
No hay nada oculto que no puedas ver
Quítate la máscara, puedo verte
No hay nada oculto que no puedas ver

Escrita por: Francisca Antonio dos Santos