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Holgazanería

Francisco Alves

Vadiagem

A vadiagem, eu deixei!
Não quero mais saber
Arranjei outra vida!
Porque deste modo
Não se pode viver

Eu deixei a vadiagem
Para ser trabalhador
Os malandros de hoje em dia
Não se pode dar valor
Ora, meu bem diga
Tudo o que quiser
Eu deixei de ser vadio
Por causa de uma mulher

Eu deixei a vadiagem
Quando digo, ninguém crê
Quem foi vadio um dia
É vadio até morrer!
Mas, não importa
Tudo que disser
Eu deixei a vadiagem
Por causa de uma mulher

Quando eu saio do trabalho
Pensativo no caminho
Que saudades do meu tempo!
Que saudades da navalha!
Que saudades do meu pinho!
Mas, chego em casa
É carinho/beijinhos sem ter fim
Vale a pena ser honesto
Pra poder viver/amar assim!

Holgazanería

La holgazanería, la dejé!
No quiero saber más
¡He encontrado otra vida!
Porque de esta manera
No se puede vivir

Dejé la holgazanería
Para ser trabajador
Los vagos de hoy en día
No se pueden valorar
Oye, cariño
Di lo que quieras
Dejé de ser vago
Por culpa de una mujer

Dejé la holgazanería
Cuando lo digo, nadie lo cree
Quien fue vago un día
¡Es vago hasta morir!
Pero no importa
Todo lo que digas
Dejé la holgazanería
Por culpa de una mujer

Cuando salgo del trabajo
Pensativo en el camino
¡Qué nostalgia de mi tiempo!
¡Qué nostalgia de la navaja!
¡Qué nostalgia de mi pinar!
Pero al llegar a casa
Es cariño/besos sin fin
Vale la pena ser honesto
Para poder vivir/amar así!

Escrita por: Francisco Alves