Sob o fulgor deste Sol
Ao esplendor do arrebol
Que doira as tardes louçãs
E as sadias manhãs tropicais de cristais
A vida é um parque a sorrir
É uma boca a florir
A alma desfaz-se em mil sons
E só tem pensamentos grandiosos e bons
Seja vendo astros
Que a cruz do céu mostra
O caminho de luz e esplendor
A esta terra gentil que é o Brasil
Onde quero, enfim
Sempre feliz viver
E ao morrer ter, então
Uma cruz de estrelas no céu e no chão
E ao morrer ter, então
Uma cruz de estrelas no céu e no chão