Esse amor, esse amor
Que é da orgia é tão falado
Nunca vi um amor tão profanado
E a pobre da mulher que, enganada
É tristemente, pouco a pouco, abandonada
E a pobre da mulher que, enganada
É tristemente, pouco a pouco, abandonada
Escrita por: J. Francisco da Fonseca Costa (Costinha)