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Cangote Cheiroso

Francisco Alves

Neste Brasil tão espaçoso
Onde Cabral venturoso
Plantou olhos à bandeira
Não há nada mais gostoso
Do que o cangote cheiroso
Da mulata brasileira

Neste Brasil tão espaçoso
Onde Cabral venturoso
Plantou olhos à bandeira
Não há nada mais gostoso
Do que o cangote cheiroso
Da mulata brasileira

E o tanto de cheiro de fruta ela tem
No colo trigueiro, na pele sedosa
Que é feito uma rosa, tal qual um canteiro
Que cheira tão bem, que cheira tão bem

Teu cangote bem tostado tem perfume delicado
De canela e manacá
E em (bordão) de portugueses
Tem-se ouvido muitas vezes
Que outra igual ao teu não há

Teu cangote bem tostado tem perfume delicado
De canela e manacá
E em (bordão) de portugueses
Tem-se ouvido muitas vezes
Que outra igual ao teu não há

E o tanto de cheiro de fruta ela tem
No colo trigueiro, na pele sedosa
Que é feito uma rosa, tal qual um canteiro
Que cheira tão bem, que cheira tão bem

Que cheira tão bem, que cheira tão bem

Escrita por: Marques Porto, Luiz Peixoto, Pedro de Sá Pereira