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Deixa a Mulher Sossegada

Francisco Alves

Falam, falam tanto das mulheres
Até parece prevenção
Falam da mulher do Seu Fulano
Do Seu Sicrano, sem ter razão

Deixa a mulher sossegada
Que não vai haver marmelada
Deixa a mulher sossegada
Que não vai haver marmelada

Falam, falam tanto das mulheres
Até parece prevenção
Falam da mulher do Seu Fulano
Do Seu Sicrano, sem ter razão

Deixa a mulher sossegada
Que não vai haver marmelada
Deixa a mulher sossegada
Que não vai haver marmelada

Quem é que faz, quem é, nosso café, quem é
E de manhã, bem cedo, está de pé
Não se deve falar tanto assim
As mulheres são as flores do nosso jardim

Falam, falam tanto das mulheres
Até parece prevenção
Falam da mulher do Seu Fulano
Do Seu Sicrano, sem ter razão

Deixa a mulher sossegada
Que não vai haver marmelada
Deixa a mulher sossegada
Que não vai haver marmelada

Escrita por: Walfrido Silva, Sá Roris