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No Es Nada De Esto

Francisco Alves

Não É Nada Disso

Te aguenta aí
Tu bem sabes que eu sou troço
Eu vou ver o que é que posso
Fazer na rua por ti
Uma estampilha, uma folha de papel
Um cartão pro coronel
Tudo mais é maravilha!

Não é nada disso!
Não é nada disso!
Eu sou de sorte
Sou devoto do gegê!

Não é nada disso!
Não é nada disso!
Meu santo é forte
Não adianta o canjerê!

Um pistolão pra justiça
Depois fura!
Na fazenda e agricultura
E da guerra, aviação!

Na educação, a marinha
Oh malandragem!
O trabalho dá passagem
Pra lavoura no sertão!

No Es Nada De Esto

Aguántate ahí
Sabes bien que soy un lío
Voy a ver qué puedo
Hacer en la calle por ti
Una estampilla, una hoja de papel
Una tarjeta para el coronel
¡Todo lo demás es maravilla!

¡No es nada de esto!
¡No es nada de esto!
Soy de suerte
Soy devoto del gegê!

¡No es nada de esto!
¡No es nada de esto!
Mi santo es fuerte
No sirve de nada el canjerê!

Un pistolón para la justicia
¡Después se escapa!
En la hacienda y la agricultura
Y de la guerra, aviación!

En la educación, la marina
¡Oh, malandrín!
El trabajo da paso
Para la cosecha en el sertón!

Escrita por: Freire Júnior