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La banda del Brás

Francisco Petrônio

Rapaziada do Braz

Lembrar
Deixe-me lembrar
Meus tempos de rapaz
No Brás

Nas noites de serestas
Casais de namorados
E as cordas de um violão
Tangendo em tom plangente
Aqueles ternos madrigais

Sonhar
Deixe-me sonhar
Lembrando aquele amor
Fugaz

Uma sombra envolta da penumbra
Por trás da vidraça
Faz um gesto lânguido
E cheio de graça
Imagem de um passado
Que não volta mais

Tão somente uma recordação
Restou daquele grande amor
Daquelas noites de luar
Daquela juventude em flor

Hoje, os anos correm muito mais
E as noites já não tem calor
E uma saudade imensa
É tudo o quanto resta ao velho trovador

La banda del Brás

Recordar
Déjame recordar
Mis tiempos de muchacho
En el Brás

En las noches de serenatas
Parejas de enamorados
Y las cuerdas de una guitarra
Tocando en tono plañidero
Aquellos tiernos madrigales

Soñar
Déjame soñar
Recordando aquel amor
Fugaz

Una sombra envuelta en la penumbra
Detrás de la ventana
Hace un gesto lánguido
Y lleno de gracia
Imagen de un pasado
Que no vuelve más

Tan solo un recuerdo
Quedó de ese gran amor
De esas noches de luna
De esa juventud en flor

Hoy, los años pasan mucho más rápido
Y las noches ya no tienen calor
Y una inmensa nostalgia
Es todo lo que queda al viejo trovador

Escrita por: Alberto Marino / Alberto Marino Jr