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Padeço

Francisco Petrônio

Padeço

Padeço confesso não nego
Contudo renego tudo que o passei
Padeço de noite e de dia
Tentando esquecer alguém que amei

Meu pranto ninguém compreende
Há quem me censure por amar assim
Você que amou como eu e quer zombar
Agora responda pra mim

Quem é que suporta a saudade entranhada
Rasgando danada um peito sem dó
Quem é que aguenta, responda
Eu peço e eu sofro padeço morrendo tão só

Tão só, tão só

Padeço

Padezco confieso no niego
Sin embargo reniego de todo lo que pasé
Padezco de noche y de día
Intentando olvidar a alguien que amé

Mi llanto nadie comprende
Hay quienes me critican por amar así
Tú que amaste como yo y quieres burlarte
Ahora respóndeme

¿Quién soporta la añoranza arraigada
Desgarrando maldita un pecho sin piedad?
¿Quién aguanta, responde?
Pido y sufro, padezco, muriendo tan solo

Tan solo, tan solo

Escrita por: Jose Orlando