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Ya perder mi cuidado

Francisco Vargas

Já Está Solto O Meu Cuiudo

Não chamei mulher de égua, cruz, credo Virgem Maria
Eu juro em nome daquela que me deu a luz do dia -
Só estou falando a verdade por que o meu pai não metia
Não ofendo o semelhante, nem uso demagogia.
Dos versos sou um escravo
E todas as letras que eu gravo é um manancial de grosseria.

Quem criticou os meus versos
É louco, grosso e sem estudo
Prendam a eguada de vocês
Que eu já soltei o meu cuiudo.

Um sujeito um conterrâneo, cheio de antepatia
Desses tipinho ordinário, tareco sem serventia -
Quis me intrigar com meu povo que adoram minha cantoria
Mais os meus fãs são sincero não entraram nessa fria.
Eu de vocês sou um escravo
E todas as letras que eu gravo é um manancial de grosseria.

Minha letra é pura e divina e não tem pornografia
E os versos de minha marca é um selo de garantia -
São simplezinhos mais tem bastante filosofia,
Chego as vezes andar embalado nos braços da nostalgia.
Do meu povão sou um escravo
E todas as letras que eu gravo é um manancial de grosseria.

O que eu mais gosto no mundo é de um verso de atrofia
E uma oito baixo roncando, moda estilo Tio Bilia -
Churrasco gordo e carreira e uma pingo na estravaria
E em vinte de setembro desfilar em Vacaria.
Do meu Rio Grande sou um escravo
E todas as letras que eu gravo é um manancial de grosseria.

Ya perder mi cuidado

No llamé a la mujer yegua, cruz, credo Virgen María
Lo juro en nombre del que me dio la luz del día
Sólo te digo la verdad porque mi padre no se metió en ello
No ofendo al prójimo, ni uso demagogia
De los versos soy un esclavo
Y cada carta que registro es una fuente de grosería

¿Quién criticó mis versos?
Es una locura, gruesa y no estudiada
Arresten sus truenos
Que ya he soltado mis cuidados

Un hombre, un compatriota, lleno de antipatía
De los tareco ordinarios, sin servicios
Quería ser intrigado por mi gente que ama mi canto
Además, mis fans son sinceros no entraron en ese frío
Yo de ustedes soy un esclavo
Y cada carta que registro es una fuente de grosería

Mi letra es pura y divina y no tiene porno
Y los versos de mi marca son un sello de garantía
Son simples, pero hay mucha filosofía
A veces camino en los brazos de la nostalgia
Para mi pueblo soy un esclavo
Y cada carta que registro es una fuente de grosería

Lo que más me gusta en el mundo es un verso de atrofia
Y un bajo de ocho ronquidos, estilo de moda Tío Bilia
Barbacoa grasa y carrera y una pizca de daño
Y el 20 de septiembre desfile en Vacaria
Para mi Rio Grande soy un esclavo
Y cada carta que registro es una fuente de grosería

Escrita por: Francisco Vargas