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Septiembre

Franklin Mano

Setembro

Escorrem as lágrimas quem vêm de dentro
A sua falta na minha pele ficou
A distância está desprendendo
Os laços que nos juntou

E sopra o vento
E passa o tempo
E ainda não acabou
O sentimento gradativamente está crescendo
Se alimentando do que sobrou

E eu não sei o que está acontecendo
O poeta, o psicólogo e o professor
em mim não sabem definir
Se é dependência, obsessão ou amor...

Eu paro e penso
Te lembro...
O beijo que nos juntou
Escorrem as lágrimas quem vêm de dentro
A sua falta na minha pele ficou

Me calo e choro
Te lembro...
O beijo que nos separou
O tempo passa você está por de dentro
A sua falta em mim se eternizou

E eu não sei o que está acontecendo
O poeta, o psicólogo e o professor
em mim não sabem definir
Se é dependência, obsessão ou amor...

Não sabem...
Mas ainda te quero

Septiembre

Corren las lágrimas que vienen de adentro
Tu ausencia en mi piel se quedó
La distancia se está desprendiendo
Los lazos que nos unieron

Y sopla el viento
Y pasa el tiempo
Y aún no ha terminado
El sentimiento gradualmente está creciendo
Alimentándose de lo que quedó

Y no sé qué está pasando
El poeta, el psicólogo y el profesor
en mí no saben definir
Si es dependencia, obsesión o amor...

Me detengo y pienso
Te recuerdo...
El beso que nos unió
Corren las lágrimas que vienen de adentro
Tu ausencia en mi piel se quedó

Me callo y lloro
Te recuerdo...
El beso que nos separó
El tiempo pasa y estás dentro de mí
Tu ausencia en mí se eternizó

Y no sé qué está pasando
El poeta, el psicólogo y el profesor
en mí no saben definir
Si es dependencia, obsesión o amor...

No saben...
Pero aún te quiero

Escrita por: Franklin Emmanuel Da Silva Mano