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Forra

Freitaz

Forra

Soa a Nau e entoa então
Aqui não venhas se impor medido
Sai da sua e vá-se em vão
Pagar-te arte ao ferir-me arbítrio
Tal delicada deliciosa
Maliciosa mal-educada
Cal ociosa me aliciava
Sua breja vil já me alvejava
Soa a Nau e entoa então
Aqui não venhas se impor medido
Sai da sua e vá-se em vão
Pagar-te arte ao ferir-me arbítrio
Impugnante punho ferido
Punhal infante num bradar sofrido
Mal levara à cara sua párea praga
Cá sua infame tara enfim lhe apaga

Dê à nossa terra piedade
Não se enterre ao cair
Queima-te em pé
Deixe-te ao vento espalhar
Esse corpo unguento
Pra nunca alguém mais machucar
Pra verdade em fé prosseguir

Forra

Suena a Nau y entona entonces
Aquí no vengas a imponer tu medida
Sal de la tuya y vete en vano
Pagar arte al herirme a tu antojo
Tan delicada, deliciosa
Maliciosa, maleducada
Tu calma ociosa me seducía
Tu vil cerveza ya me apuntaba
Suena a Nau y entona entonces
Aquí no vengas a imponer tu medida
Sal de la tuya y vete en vano
Pagar arte al herirme a tu antojo
Puño impugnante, herido
Daga infantil en un grito sufrido
Mal llevaste a la cara tu maldición
Aquí tu infame tara al fin se apaga

Dale a nuestra tierra piedad
No te entierres al caer
Quémate en pie
Déjate al viento esparcir
Ese cuerpo ungüento
Para que nunca más alguien te lastime
Para que la verdad en fe prosiga

Escrita por: Danilo Freitas Souza