Boca Sem Dente
Aquela boca sem dente que eu beijava
Já está de dentadura
Aquela roupa velha que você usava
Hoje é pano de chão
Mandei reformar o barraco
Comprei geladeira e televisão
E você me paga com ingratidão
Mas o que mais me revolta
É que não reconhece o que eu fiz por você
Obra da fatalidade eu ser desprezado
Sem saber porquê
Você zombou de mim
So fez me aborrecer
Sinceramente eu hei de te ver sofrer
Boca sin dientes
Esa boca desdentada que besé
ya esta con dentadura postiza
Esa ropa vieja que usabas
Hoy es paño de tierra
Hice renovar la choza
Compré frigorífico y televisión
Y me pagas ingratitud
Pero lo que más me repugna
Es que no reconoces lo que hice por ti
Obra de fatalidad para que me desprecie
sin saber por qué
te burlaste de mi
Solo me enfadaba
Sinceramente te vere sufrir
Escrita por: Pedro de Abreu Macedo / Gelcy do Cavaco / Almir Guineto