Nunca Haverá
Ele sabia da Sua morte
Ele me conhecia
E mesmo assim não se importou
Com meu estado envergonhado
Ele foi fundo, tão profundo
Foi humilhado, tão rejeitado
Mas não parou, enfrentou
Coroado de espinhos suportou
Amor como esse
Nunca haverá
Pra cruz foi sem reclamar
Pra chuva de graça mandar
Chuva de graça
Chuva pedimos, Senhor
Mandai-nos chuvas constantes
Chuvas do Consolador
Amor como esse
Nunca haverá
Pra cruz foi sem reclamar
Pra chuva de graça mandar
Nunca Habrá
Él sabía de Su muerte
Él me conocía
Y aún así no le importó
Mi estado avergonzado
Él fue profundo, tan profundo
Fue humillado, tan rechazado
Pero no se detuvo, enfrentó
Coronado de espinas soportó
Amor como ese
Nunca habrá
Para la cruz fue sin quejarse
Para enviar lluvias de gracia
Lluvia de gracia
Lluvia pedimos, Señor
Envíanos lluvias constantes
Lluvias del Consolador
Amor como ese
Nunca habrá
Para la cruz fue sin quejarse
Para enviar lluvias de gracia
Escrita por: Gabi Moreira