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No te confundas

Gabrelú

Não Embaça

Salve gabrela
Salve mano, quem fala?
Lembra de mim não mano? Cantô mó cota comigo agora finge que é melhor sem mim parça?
Ih mano, qual suas ideia fei?
Cê não vai dormir sequer um dia da sua vida sem lembrar de mim

Eu sou a parte que elu matô
Volto das cinzas estilo pivô
Cê não queria me ver mas eu tô
Berço do ódio coberto de amor

Olha na cara de quem já chorô
Olhos de águias as águas secô
Chora por dentro escorre o veneno
Curumim pequeno vai queima o sinhô

Mas eu não quero mais dor
Não
Vendo os de sangue sofrer
Vão
Passar pela provação
Vão
Ter seu modo de crescer
São

Bate cabeça ladrão

Resultado da mudança de estado
Antes sólido agora liquido, liquidu, liquida, liquidu

Sei que tu espera que eu fique no banco mano
Sejamo franco, não tem espaço pra quem é do bando
Mente tá livre nóis tamo ocupando
Casa tá livre nóis tamo ocupando mano
Nóis tamo ocupando
Tomando posse das terra que é nossa
Pedindo licença pro nativo manto

Deixei sair sem pedir a bença
Quando voltou não pediu nem licença
Isso me deu tanta dor de cabeça
Juntei meus eu para um bate cabeça

Me deixa, afasta, não embaça, só vai
Me deixa, afasta, não embaça, só vai
Que eu tô perdendo minha voz, que eu tô perdido em nós
Que eu tô perdendo minha voz, que eu tô perdido em nós

No te confundas

Salve Gabriela
Salve hermano, ¿quién habla?
¿No te acuerdas de mí, hermano? Cantaste mucho conmigo, ahora finge que es mejor sin mí, ¿compa?
¡Oh hermano, ¿cuáles son tus ideas feas?
No vas a pasar ni un día de tu vida sin recordarme

Soy la parte que él mató
Vuelvo de las cenizas como un pívot
No querías verme pero aquí estoy
Cuna del odio cubierta de amor

Mira a la cara de quien ya lloró
Ojos de águila, las aguas se secaron
Llora por dentro, el veneno se escurre
El niño pequeño quemará al señor

Pero ya no quiero más dolor
No
Viendo a los de sangre sufrir
Van
A pasar por la prueba
Van
A encontrar su forma de crecer
Son

Cabeza de ladrón golpea

Resultado del cambio de estado
Antes sólido, ahora líquido, líquido, líquido, líquido

Sé que esperas que me quede en el banco, hermano
Seamos francos, no hay lugar para los del grupo
La mente está libre, estamos ocupando
La casa está libre, estamos ocupando, hermano
Estamos ocupando
Tomando posesión de la tierra que es nuestra
Pidiendo permiso al manto nativo

Dejé salir sin pedir la bendición
Cuando regresó ni siquiera pidió permiso
Eso me dio tanto dolor de cabeza
Reuní mis yo para un golpe de cabeza

Déjame, aléjate, no te confundas, solo vete
Déjame, aléjate, no te confundas, solo vete
Que estoy perdiendo mi voz, que estoy perdido en nosotros
Que estoy perdiendo mi voz, que estoy perdido en nosotros

Escrita por: Gabrelú, Mendz