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Casona

Gabriel Aragão

Casona

Esse é o lugar onde os nossos amigos vão
Onde muitos saem sujos e onde poucos voltam sãos
Esse é um quadro de cores modernas
De futuros pintores em promissoras sequelas
Não chame os seus irmãos, ninguém vai reconhecer
Mesmo que você os conte a merda em que estão tentando se meter!

Essa é a casa dos desajustados
Um passo atrás é um na frente no alvo almejado
Isso é um zoológico, um circo e um hospício
Onde imaginamos como seria um vício
Não chame os seus irmãos, ninguém vai reconhecer
Mesmo que você os conte a merda em que estão tentando se meter!

Me faça o favor e me diga o que eu fiz
Me diga onde eu deixei tudo por um triz
Esclareça essa mente inóspita
Eu me perdi no meio do calor do seu nome
E pensei que amor se escrevia com PECADO
Nunca tão junto, mas nem sempre tão só

Sábios, santos, sujos e selvagens
Sábios, santos, sujos e selvagens
Sábios, santos, sujos e selvagens
Sábios, santos, sujos e selvagens

Me faça o favor e me diga o que eu fiz
Me diga onde eu deixei tudo por um triz
Esclareça essa mente inóspita
Entre se perder e se encontrar, a cicatriz
Por muito tempo ainda atada e amarrada como um O
PECADO, você mal desata e já faz outro nó

Casona

Este es el lugar donde van nuestros amigos
Donde muchos salen sucios y pocos regresan sanos
Esta es una paleta de colores modernos
De futuros pintores con prometedoras secuelas
No llames a tus hermanos, nadie los reconocerá
¡Aunque les cuentes la mierda en la que están tratando de meterse!

Esta es la casa de los desajustados
Un paso atrás es un paso adelante hacia el objetivo deseado
Esto es un zoológico, un circo y un manicomio
Donde imaginamos cómo sería un vicio
No llames a tus hermanos, nadie los reconocerá
¡Aunque les cuentes la mierda en la que están tratando de meterse!

Hazme el favor y dime qué hice
Dime dónde dejé todo al borde del abismo
Aclara esta mente inhóspita
Me perdí en medio del calor de tu nombre
Y pensé que el amor se escribía con PECADO
Nunca tan cerca, pero no siempre tan solo

Sabios, santos, sucios y salvajes
Sabios, santos, sucios y salvajes
Sabios, santos, sucios y salvajes
Sabios, santos, sucios y salvajes

Hazme el favor y dime qué hice
Dime dónde dejé todo al borde del abismo
Aclara esta mente inhóspita
Entre perderse y encontrarse, la cicatriz
Por mucho tiempo aún atada y amarrada como una O
PECADO, apenas desatas y ya haces otro nudo

Escrita por: Gabriel Aragão / Rafael Martins