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Efímero

Gabriel Leão

Efêmero

Não há paz
Quando cê chegou
Fui à combustão
Lua em touro
Café de hotel
No meu coração
Incêndios

Queimando tudo
Queimando tudo
Queimando tudo
Queimando tudo

Descalços na grama
Vem dançar comigo
Fila do mercado, a gente debatendo
A cosmogonia e os discos do ano
Aqui não falta assunto
Escuto um zumbido
No canto do ouvido
Que diz, sussurrando, que tudo tem fim
Primeiro toque, eu já te vejo indo
É sempre assim, é sempre assim

Efêmero
Efêmero

E agora, José
Que a noite esfriou
Ouve a pulsação
Num tempo tão chato
Eterno platô
Quer ebulição
O inferno

Queimando tudo
Queimando tudo
Queimando tudo
Queimando tudo

Descalços na grama
Vem dançar comigo
Fila do mercado, a gente debatendo
A cosmogonia e os discos do ano
Aqui não falta assunto
Escuto um zumbido
No canto do ouvido
Que diz, sussurrando, que tudo tem fim
Primeiro toque, eu já te vejo indo
É sempre assim, é sempre assim

Efêmero
Efêmero

Efímero

No hay paz
Cuando llegaste
Fui a la combustión
Luna en tauro
Café de hotel
En mi corazón
Incendios

Quemando todo
Quemando todo
Quemando todo
Quemando todo

Descalzos en la grama
Ven a bailar conmigo
Fila del mercado, debatiendo
La cosmogonía y los discos del año
Aquí no falta tema
Escucho un zumbido
En el rincón del oído
Que dice, susurrando, que todo tiene fin
Primer toque, ya te veo yendo
Siempre es así, siempre es así

Efímero
Efímero

Y ahora, José
Que la noche se enfrió
Escucha la pulsación
En un tiempo tan aburrido
Eterno plató
Quiere ebullición
El infierno

Quemando todo
Quemando todo
Quemando todo
Quemando todo

Descalzos en la grama
Ven a bailar conmigo
Fila del mercado, debatiendo
La cosmogonía y los discos del año
Aquí no falta tema
Escucho un zumbido
En el rincón del oído
Que dice, susurrando, que todo tiene fin
Primer toque, ya te veo yendo
Siempre es así, siempre es así

Efímero
Efímero

Escrita por: Gabriel Leão Santana