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No me amo tanto

Gabriel Poeta

Não Me Amo Tanto

Já faz um tempo que eu me procuro, sobre o chão que piso
E digo que ainda penso no que eu disse
Quem foi que disse que eu quis sair de lá?
Ou deixar que ela sentisse a minha ausência fria
Mas se a paixão esfria é desejo e surto, meus absurdos não te culpo
Eu não te culpo
Já faz um tempo que eu pressinto que o mundo me observa
Eu vou fugir daqui

Não, não, não, não
Eu não quero que cê venha me ver
Não, não, não, não
Eu não quero que cê venha me ver
É que eu te amo tanto, mas não me amo
Tanto, eu ando procurando um canto pra gente sumir, daqui
Vê se me distrai, pra eu me perder
Sobre seu corpo ou deixar que queima em mim
Ou deixar que queima em mim

No me amo tanto

Hace un tiempo que me busco, sobre el suelo que piso
Y digo que aún pienso en lo que dije
¿Quién dijo que quería irme de allí?
O dejar que ella sintiera mi fría ausencia
Pero si la pasión se enfría es deseo y locura, mis absurdos no te culpo
No te culpo
Hace un tiempo que siento que el mundo me observa
Voy a escapar de aquí

No, no, no, no
No quiero que vengas a verme
No, no, no, no
No quiero que vengas a verme
Es que te amo tanto, pero no me amo
Tanto, estoy buscando un lugar para desaparecer, de aquí
A ver si me distraes, para perderme
Sobre tu cuerpo o dejar que arda en mí
O dejar que arda en mí

Escrita por: Gabriel Poeta