Amor do Tempo Das Diligências
Ela procurou(e gritou)
O amor(encontrou)
E encontrou( jeito que esperava)
E realizou(jeito que sonhava)
Ou quase ( ela pensou)
O tempo faz voce
Não precisar de inteligência
Nem redeas presas pra valer
É o amor do tempo
Das diligências.
Não é tanto a frequencia
Vale mais( que ausencia)
E pensou(jeito que pensava)
Mas pelo menos passa
Pela estrada
Aos poucos vai entender
O tempo faz voce
Não precisar de inteligência
Nem redeas presas pra valer
É o amor do tempo
Das diligências.
Mas não força
Estamos no tempo das carroças
Pelo menos esta(imaginou)
(jeito que imaginava)
Cordas estreitas ,trilhas curtas
Vagueia (vaquero)
Cordas curtas, trilhas estreitas
Vagueia, vaquero
Pula na esnseada do caminho
Essa é a tua ultima
Cavalgada(sozinho)
Vagueia, vaquero
Vagueia, vagueia
Cordas curtas, trilhas estreitas
Vagueia, vaquero
Pula na esnseada do caminho
Essa é a tua ultima
Cavalgada(sozinho)
Vagueia, vaquero
Vagueia, vagueia
Amor del Tiempo de las Diligencias
Ella buscó (y gritó)
El amor (encontró)
Y encontró (la forma que esperaba)
Y realizó (la forma que soñaba)
O casi (pensó ella)
El tiempo hace que tú
No necesites inteligencia
Ni riendas apretadas para valer
Es el amor del tiempo
De las diligencias
No es tanto la frecuencia
Vale más (que ausencia)
Y pensó (la forma en que pensaba)
Pero al menos pasa
Por el camino
Poco a poco entenderás
El tiempo hace que tú
No necesites inteligencia
Ni riendas apretadas para valer
Es el amor del tiempo
De las diligencias
Pero no fuerces
Estamos en la época de las carretas
Al menos esta (imaginó)
(La forma en que imaginaba)
Cuerdas estrechas, senderos cortos
Vaga (vaquero)
Cuerdas cortas, senderos estrechos
Vaga, vaquero
Salta en la ensenada del camino
Esta es tu última
Cabalgata (solo)
Vaga, vaquero
Vaga, vaga
Cuerdas cortas, senderos estrechos
Vaga, vaquero
Salta en la ensenada del camino
Esta es tu última
Cabalgata (solo)
Vaga, vaquero
Vaga, vaga
Escrita por: GABRIEL C ZINN GASPAR