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Mi Carnaval (Yo No)

Gabriela Brown

Meu Carnaval (Eu Não)

Dependente da dopamina que ela me injeta
Nunca mente e joga confete e tira meleca
Eu gosto do teto do céu da sua boca
Seus cabelos negros sambando voz rouca
Quem sou eu pra dizer não?

Dependente da dopamina que ela me injeta
Nunca mente e joga confete e tira meleca
Eu gosto do teto do céu da sua boca
Seus cabelos negros sambando voz rouca
Quem sou eu pra dizer não?

Assina meu pandeiro
Um, dois travesseiros
Assina aquele cheiro
Porque quando perguntarem
Quem vai dizer não

Eu não, eu não, eu não
Eu não, eu não, eu não
Quem sou eu pra dizer não?
Eu não, eu não
Nunca vou lhe dizer não

Permanente o afogamento e a claustrofolia
Na sua lente o meu carnaval é a sua retina
Eu gosto do teto do céu da sua boca
Seus cabelos negros sambando voz rouca
Quem sou eu pra dizer não?

Assina meu pandeiro
Cheguei fevereiro
Assina aquele cheiro
Porque quando perguntarem
Quem vai dizer não

Mi Carnaval (Yo No)

Dependiente de la dopamina que ella me inyecta
Nunca miente y lanza confeti y saca mocos
Me gusta el techo del cielo de tu boca
Tus cabellos negros bailando voz ronca
¿Quién soy yo para decir no?

Dependiente de la dopamina que ella me inyecta
Nunca miente y lanza confeti y saca mocos
Me gusta el techo del cielo de tu boca
Tus cabellos negros bailando voz ronca
¿Quién soy yo para decir no?

Firma mi pandero
Uno, dos almohadas
Firma ese olor
Porque cuando pregunten
¿Quién va a decir no?

Yo no, yo no, yo no
Yo no, yo no, yo no
¿Quién soy yo para decir no?
Yo no, yo no
Nunca te diré que no

Permanente el ahogamiento y la claustrofobia
En tu lente mi carnaval es tu retina
Me gusta el techo del cielo de tu boca
Tus cabellos negros bailando voz ronca
¿Quién soy yo para decir no?

Firma mi pandero
Llegó febrero
Firma ese olor
Porque cuando pregunten
¿Quién va a decir no?

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