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Ego (Part. Deell)

Gaburieru

Ego (Part. Deell)

Hoje eu recusei tomar os meus remédios
Mais me der um coquetel pra eu fuder esses prédios
Quando é que vocês vão ver que vocês estão cegos
Ironia mesmo é achar que vocês estão certos

Ilusão de pensamentos que me tornam cético
Alienação em massa é o mal do seculo
Não me sinto confiante em conversar com o oráculo
Não é, mas escolha eu me sentir incrédulo

Guerra de egos prepotenciais
Imersos na ideia de ter potenciais
Na ideia de já ser tarde de mais
Erramos e sofremos como os nossos pais

Na ideia de sentir que tu é capaz
Observar e absorver o que nos traz paz
Percepção que já não me satisfaz
Mas nesse tormento me tornou fugaz

Utopias não ver toda essa crueldade
Sistema corrompido já não é novidade
Injustiça e violência por toda a cidade
Apague historias e geram rivalidades

E nos segamos nessa vaidade
Nós iludimos com essa liberdade
Me faz querer toda simplicidade
Longe da selva de concreto e sua crueldade

Eu faço meus próprios beats
E nos meus próprios beats eu faço o que eu quiser
Escrevo o que eu quiser, e às vezes escrevo o que penso (intenso)

Rimo o que eu quiser, na forma que eu quiser
Na hora que eu quiser pra exteriorizar o interno tenso (inferno)

Penso várias fitas, nem sei se devia falar
Mas foda-se o que tu pensar, isso ninguém pode controlar

É como o controle da televisão
Você controla o que você assiste, mas não controla a informação
Absorvida, deglutida, pronta pra ser digerida
Afronta a máscara embutida contra a consciência viva

Foda-se seu ego, foda-se meu ego
Seu ego é cego e o meu ego anda de bengala longa

Eu poderia até rimar mais eu não quis
Sou o Deus das minhas rimas e sempre fiz o que eu quis

Então me diz, o que te faz feliz?
Na verdade, você vive pra ser feliz, mas o que você faz com a felicidade?

Ego (Part. Deell)

Hoy rechacé tomar mis medicamentos
Dame un cóctel para joder estos edificios
¿Cuándo van a darse cuenta de que están ciegos?
La ironía real es creer que están en lo correcto

Ilusiones de pensamientos que me vuelven escéptico
La alienación en masa es el mal del siglo
No me siento seguro al hablar con el oráculo
No es, pero elijo sentirme incrédulo

Guerra de egos prepotentes
Inmersos en la idea de tener potencial
En la idea de que ya es demasiado tarde
Erramos y sufrimos como nuestros padres

En la idea de sentir que eres capaz
Observar y absorber lo que nos trae paz
La percepción ya no me satisface
Pero en este tormento me volví fugaz

No ver utopías toda esta crueldad
Un sistema corrupto que ya no es novedad
Injusticia y violencia por toda la ciudad
Borran historias y generan rivalidades

Y nos cegamos en esta vanidad
Nos ilusionamos con esta libertad
Me hace querer toda la simplicidad
Lejos de la jungla de concreto y su crueldad

Hago mis propios beats
Y en mis propios beats hago lo que quiero
Escribo lo que quiero, y a veces escribo lo que pienso (intenso)

Rimo lo que quiero, de la forma que quiero
En el momento que quiero para exteriorizar lo interno tenso (infierno)

Pienso en varias cosas, ni siquiera sé si debería hablar
Pero que le importe a lo que pienses, eso nadie puede controlar

Es como el control de la televisión
Controlas lo que ves, pero no controlas la información
Absorbida, digerida, lista para ser asimilada
Desafía la máscara incrustada contra la conciencia viva

Al diablo tu ego, al diablo mi ego
Tu ego está ciego y mi ego camina con bastón largo

Podría rimar más pero no quise
Soy el Dios de mis rimas y siempre hice lo que quise

Entonces dime, ¿qué te hace feliz?
En realidad, vives para ser feliz, pero ¿qué haces con la felicidad?

Escrita por: Deell / GABURIERU