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Donde los veleros desaparecen

Gafanhotos Nucleares

Onde Os Veleiros Somem

Ate parece que esse fim de tarde
Tem a mesma cor, tem a mesma idade
No fundo de algo que eu não quero ser
No fundo de uma alma que não pode ver

E tudo caminha
Como deveria caminhar
As vezes, o incorreto é o mais perto
Do que se pode acertar

Que os barcos me levem
Onde os veleiros somem
Que haja horizontes
E que não tenha nomes

Que tudo que ficou
Ficou pra trás
Que seja simplesmente
O meu adeus ou até mais...

E num instante
Tudo começa a mudar
Eles fizeram pontes
Eu não quis atravessar

Que os barcos me levem
Onde os veleiros somem
Que haja horizontes
E que não tenha nomes

Que tudo que ficou
Ficou pra trás
Que seja simplesmente
O meu adeus ou até mais...

Que os barcos me levem
Onde os veleiros somem
Que haja horizontes
E que não tenha nomes

Que tudo que ficou
Ficou pra trás
Que seja simplesmente
O meu adeus ou até mais...

Donde los veleros desaparecen

Casi parece que este final de tarde
Tiene el mismo color, tiene la misma edad
En el fondo de algo que no quiero ser
En el fondo de un alma que no puede ver

Y todo avanza
Como debería avanzar
A veces, lo incorrecto es lo más cercano
A lo que se puede acertar

Que los barcos me lleven
Donde los veleros desaparecen
Que haya horizontes
Y que no tengan nombres

Que todo lo que quedó
Quedó atrás
Que sea simplemente
Mi adiós o incluso más...

Y en un instante
Todo comienza a cambiar
Ellos construyeron puentes
Yo no quise cruzar

Que los barcos me lleven
Donde los veleros desaparecen
Que haya horizontes
Y que no tengan nombres

Que todo lo que quedó
Quedó atrás
Que sea simplemente
Mi adiós o incluso más...

Que los barcos me lleven
Donde los veleros desaparecen
Que haya horizontes
Y que no tengan nombres

Que todo lo que quedó
Quedó atrás
Que sea simplemente
Mi adiós o incluso más...

Escrita por: Caio Cezar / Marcus Vinícius