Cajuína
Existirmos a que será que se destina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tão pouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria viva era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina
Cajuína
Existir, a qué será que se destina
Pues cuando me diste la rosa pequeñita
Vi que eres un hombre hermoso y que si acaso la suerte
Del niño infeliz no se nos ilumina
Tan poco se nubla la lágrima nordestina
Apenas la materia viva era tan fina
Y éramos mirarnos con la retina intacta
La cajuína cristalina en Teresina
Escrita por: Caetano Veloso