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Pan

Galvão

Pão

Sovo pão nos departamentos bucais
Sede da língua
Fome dos dentes
Linguagem do paladar
Amassa pão
Celeste massa
Boca cheia cria leve fantasia
Ejeta picância à saliva
Para fermentar rodeios
Invasões na varanda do meu pensamento
Mastigo lembranças
Imagináveis emoções
Estacionadas em desconhecida alvorada
Divagações na avenida do crânio

Trânsito livre
Logro do esmo
Ideias viageiras
Para o passado
Futuro, histórias
Personagens
Pessoas e lugares
Antiga e atual mente
Na cumbuca cerebral

Fornalha assa-pães
Como pão
Untado de especiarias matinais
Trituração de sal, fel, mel
Roça e curral
Digestão libera verdades
Sangria de conclusão

Pan

Amaso pan en los departamentos bucales
Sed de la lengua
Hambre de los dientes
Lenguaje del paladar
Amaso pan
Celeste masa
Boca llena crea leve fantasía
Expulsa picante a la saliva
Para fermentar rodeos
Invasiones en el balcón de mi pensamiento
Mastico recuerdos
Emociones imaginables
Estacionadas en un amanecer desconocido
Divagaciones en la avenida del cráneo

Tráfico libre
Engaño del esmo
Ideas viajeras
Hacia el pasado
Futuro, historias
Personajes
Gente y lugares
Antigua y actual mente
En la cuenca cerebral

Horno asa-panes
Como pan
Untado de especias matutinas
Trituración de sal, hiel, miel
Campo y corral
La digestión libera verdades
Sangría de conclusión

Escrita por: Bugra / Galvão