Sacolé de Jatobá
Desceu da goiabeira, atacou meu carnaval
Pra que tanta abstinência, violência - Que horror!
Nao revire o teu zoinho, lero-lero e coisa e tal
Com a sua colombina, arlequim, seu pierrot!
O imposto do pecado quer taxar minha cerveja
Pra tirar o prejuizo, só vendendo picolé
Sacolé (na camisinha) adoçado na cachaça
Geladinho, geladinho: Jatobá e araçá
Sorbete de Jatobá
Bajó del guayabo, atacó mi carnaval
¿Por qué tanta abstinencia, violencia - Qué horror!
No revuelvas tu ojito, bla bla y cosas así
Con tu colombina, arlequín, tu pierrot!
El impuesto del pecado quiere cobrar mi cerveza
Para quitar el déficit, solo vendiendo helado
Sorbete (en el preservativo) endulzado con cachaça
Frío, frío: Jatobá y araçá
Escrita por: Dario Pires / Galvão