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Pido Justicia

Garcia e Zé Matão

Eu Peço Justiça

Eu sei que você fez só por maldade
A sua infelicidade com a traição
Eu bem que lhe fiz só com ternura
Pagastes com a maldita ingratidão

Tirei você da rua e lhe dei um lar
Mas não soube dar valor de uma mulher
Deixastes de viver pra mim somente
Sem motivo foi morar com um qualquer

Por isso peço justiça a essa paixão
Eu sei que a justiça de Deus nunca falhou
Você é uma mercenária interesseira
Mas todo seu golpe sujo nada adiantou

Se lembra a vida que levava quando a conheci
Dei afeto, dei meu coração, até um abrigo
Jurou-me que eternamente ia ser só minha
Quebrou a jura e foi morar com seu amigo

Você, mulher, vai chorar arrependida
Maldizer a própria vida
Sentindo suspiros de ar
Você está vivendo sem guarida
Sabendo mulher fingida
Que não te quero nunca mais

Pido Justicia

Sé que lo hiciste solo por maldad
Tu infelicidad con la traición
Yo te traté con ternura
Y me pagaste con la maldita ingratitud

Te saqué de la calle y te di un hogar
Pero no supiste valorar a una mujer
Dejaste de vivir solo para mí
Sin razón te fuiste a vivir con cualquiera

Por eso pido justicia a esta pasión
Sé que la justicia de Dios nunca falla
Eres una mercenaria interesada
Pero tu sucio golpe no sirvió de nada

Recuerda la vida que tenías cuando te conocí
Te di cariño, te di mi corazón, hasta un refugio
Me juraste que serías solo mía eternamente
Rompiendo el juramento, fuiste a vivir con tu amigo

Tú, mujer, llorarás arrepentida
Maldiciendo tu propia vida
Sintiendo suspiros de aire
Vives sin refugio
Sabiendo, mujer fingida
Que nunca más te querré

Escrita por: Jaime Pereira / Zé Matão