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Triunfante

Garcia e Zé Matão

Vitorioso

Com minha viola de pinho
Atravessei triste caminho
Na sina de cantador
Pois quem era meus amigos
Se tornaram inimigos
Escondendo meu valor

Até o meu bem amado
Me deixou tão desprezado
Procurando um novo amor
Hoje eu sou vitorioso
Meu caminho espinhoso
Transformaram tudo em flor

Aquela mulher fingida
Eu já dei por esquecida
Hoje quer voltar pra trás
Tá chegando a sua vez
O papel que você me fez
Não é coisa que se faz

Pois você me desprezou
Hoje eu tenho um novo amor
Meu coração vive em paz
Pra matar minha tristeza
Lutei contra a correnteza
Não te quero nunca mais

Deus castiga quem difama
Meus amigos estão na lama
Desejando que eu caísse
Falar mal da vida alheia
É uma coisa muito feia
Nunca esqueça essa tolice

Já venci todas as barreira
Pra quebrar minha carreira
Pois agora está difícil
Nunca fui cabra gabola
No braço desta viola
Sustento tudo o que eu disse

Até não chegar a morte
Eu só peço que a sorte
Para mim nunca me farte
Dô o tapa e mostro a mão
Tenho fama de campeão
Aqui dentro desta arte

Dessas modas de abatê
Eu sei que não vou perdê
Eu sei dar os meus descarte
Mato a cobra e mostro a prova
O meu peito é uma peroba
Que não racha e nem não parte

Triunfante

Con mi guitarra de pino
Caminé por un sendero triste
En el destino de un cantor
Porque aquellos que eran mis amigos
Se convirtieron en enemigos
Ocultando mi valía

Incluso mi amado
Me dejó tan despreciado
Buscando un nuevo amor
Hoy soy triunfante
Mi camino espinoso
Lo transformaron todo en flor

Esa mujer fingida
Ya la he dado por olvidada
Hoy quiere regresar atrás
Está llegando tu turno
El papel que me hiciste
No es algo que se haga

Porque me despreciaste
Hoy tengo un nuevo amor
Mi corazón vive en paz
Para matar mi tristeza
Luché contra la corriente
No te quiero nunca más

Dios castiga a quien difama
Mis amigos están en el lodo
Deseando que yo caiga
Hablar mal de la vida ajena
Es algo muy feo
Nunca olvides esa tontería

Ya vencí todas las barreras
Para romper mi carrera
Porque ahora está difícil
Nunca fui fanfarrón
En el abrazo de esta guitarra
Sostengo todo lo que dije

Hasta que llegue la muerte
Solo pido que la suerte
Nunca me falte
Doy la bofetada y muestro la mano
Tengo fama de campeón
Aquí dentro de este arte

De estas canciones de derrotar
Sé que no voy a perder
Sé cómo desechar
Mato a la serpiente y muestro la prueba
Mi pecho es como una peroba
Que no se agrieta ni se parte

Escrita por: Garcia / Zé Matão