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Influencia Gangster

Gecapone

Gangstar Influence

Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada

Gecapone (hô, hô)

Esse não é o fim
Sim, no início pessoas ficaram corpos sumidos
Ninguém sabe pois buscam verdade
Consomem vaidade, destroem a cidade

Sem capacidade, corrigem desastre
Hoje eu falo, eu sei já é tarde
Sempre pedi licença pra entrar
Eu sei que Deus honra, não posso parar
Infância sofrida também, eu sei que sou branco, porém
Referências não faltam, maldade eu vi
Eu consumi, nela investi
Por anos, sorriso eu perdi (sorriso eu perdi)

Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Me deu o pão, vou multiplicar
Quero os irmão', de nave importada
Mesa cheia, família feliz
Conto de fada, esquece isso aí
Cabeça cheia, humano infeliz
Coração vazio, diabo sorri
Razão e emoção, herói e vilão

Não sei quem eu sou, mas peço perdão
Às vezes com arma na mão
Quase sempre fazendo oração
Quero bolso cheio, o meu e do alheio
Mesmo assim teremos defeito
Tem aquele sujeito
Que não sabe o que é respeito
Meus mano' parte no meio

Essa é a lei, não fui eu que inventei
Por bem, eu pratiquei
Amo a mim, amo você
Não vou te roubar, jamais cobiçar
Mulher dos outros, 'cê sabe o que dá
Olho por olho, lei de Moisés
O mundo acabando, ser humanos cruéis
Sou otimista até que demais
Vou desfrutar da minha paz
Se o pix cair, pego a Ferrari e vazo daqui
Agora se o céu se abrir quero estar do lado do pai esperando por ti (esperando por ti, vai, hã)

Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Patek no braço, cordão de prata, eu não soudonodenada (vai, eu não sou dono de nada)

Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Patek no braço, cordão de prata, eu não sou dono de nada
Patek no braço, cordão de prata, eu não soudonodenada (não sou dono de nada)

Interior de São Paulo pro mundo, 017
Branco no rap, também não é absurdo
Branco, preto, direita, esquerda
É ódio pra lá e pra cá
Tamo aí pra somar

Influencia Gangster

Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada

Gecapone (hô, hô)

Esto no es el fin
Sí, al principio la gente desapareció
Nadie sabe porque buscan la verdad
Consumen vanidad, destruyen la ciudad

Sin capacidad, corrigen desastres
Hoy hablo, sé que ya es tarde
Siempre pedí permiso para entrar
Sé que Dios honra, no puedo parar
Infancia sufrida también, sé que soy blanco, pero
Referencias no faltan, maldad he visto
Lo consumí, en eso invertí
Por años, perdí la sonrisa (perdí la sonrisa)

Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Me dio el pan, lo voy a multiplicar
Quiero a los hermanos, en nave importada
Mesa llena, familia feliz
Cuento de hadas, olvídate de eso
Cabeza llena, humano infeliz
Corazón vacío, el diablo sonríe
Razón y emoción, héroe y villano

No sé quién soy, pero pido perdón
A veces con un arma en la mano
Casi siempre haciendo oración
Quiero bolsillo lleno, el mío y el ajeno
Aun así tendremos defectos
Está ese sujeto
Que no sabe lo que es respeto
Mis hermanos se dividen en medio

Esa es la ley, no fui yo quien la inventó
Por bien, la practiqué
Me amo a mí, te amo a ti
No te voy a robar, jamás codiciar
Mujer de otros, sabes lo que pasa
Ojo por ojo, ley de Moisés
El mundo se acaba, seres humanos crueles
Soy optimista hasta de más
Voy a disfrutar de mi paz
Si el pix cae, agarro la Ferrari y me voy de aquí
Ahora si el cielo se abre quiero estar del lado del padre esperando por ti (esperando por ti, va, hã)

Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada (va, no soy dueño de nada)

Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada
Patek en el brazo, cadena de plata, no soy dueño de nada (no soy dueño de nada)

Interior de São Paulo para el mundo, 017
Blanco en el rap, tampoco es absurdo
Blanco, negro, derecha, izquierda
Es odio para allá y para acá
Estamos aquí para sumar

Escrita por: Gecapone