Crônica de Um Dia Sombrio (Blues da Solidão)
Às vezes a vida fica sem sentido
E eu não vejo graça em nada
E saio vagando por aí sem rumo
Sozinho, solitário pelas calçadas
E o sol rachando
E eu nem aí
Continuo andando
Sem ter aonde ir
E as horas vão passando
A noite chega então
As lojas se fechando
E aumenta a solidão
Sem querer volto pra casa
Cansado, exausto, tomo um banho gelado
Depois preparo o jantar, como e vou me deitar
Ao som do trovador solitário e do exagerado
Crónica de un Día Sombrío (Blues de la Soledad)
A veces la vida carece de sentido
Y no encuentro gracia en nada
Y salgo vagando sin rumbo
Solo, solitario por las aceras
Y el sol golpeando
Y a mí no me importa
Sigo caminando
Sin saber a dónde ir
Y las horas van pasando
Luego llega la noche
Las tiendas cerrando
Y la soledad aumenta
Sin querer regreso a casa
Cansado, exhausto, me doy una ducha fría
Después preparo la cena, como y me acuesto
Al son del trovador solitario y del exagerado
Escrita por: Geovani Vilela