Em Piralenta
Amanhã eu acordo
E trato de olhar pro céu,
E trato de tratar do meu coração bambo,
Bambo, bambo.
O seu cabelo viu, donzela
Me arrepiava, me distorcia
Me atirava pra você
Olha eu não quero saber onde você vai
Olha eu não quero saber onde você vai morar
Olha eu não quero saber onde você ficar
Hoje quem não quer saber de paz sou eu.
Porque minha saudade vai ser tanta
Que saudade de matar.
Você tem que morar ao lado meu
Do jeito que você costuma sempre desprezar.
Deite na cama e acostume-se
Na tempestade meu bem
Arda meu bem, em pira lenta meu bem.
En Piralenta
Mañana me levanto
Y trato de mirar al cielo,
Y trato de cuidar de mi corazón débil,
Débil, débil.
Tu cabello, doncella
Me erizaba, me distorsionaba
Me lanzaba hacia ti
Mira, no quiero saber a dónde vas
Mira, no quiero saber dónde vas a vivir
Mira, no quiero saber dónde te quedas
Hoy, quien no quiere saber de paz soy yo.
Porque mi añoranza será tanta
Que añoranza de matar.
Tienes que vivir a mi lado
De la forma en que siempre sueles menospreciar.
Acuéstate en la cama y acostúmbrate
En la tormenta, mi amor
Arde, mi amor, en pira lenta, mi amor.
Escrita por: Geraldo Espíndola