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Aquarela Sertaneja

Geraldo Viola e Dino Guedes

Aquarela Sertaneja

Eu gostaria tanto de mostrar
O encanto magistral da natureza
Seus olhos iriam deslumbrar
Ao contemplar assim tanta beleza

A passarada no romper do dia
Gorjeiam em forma de oração
O galo no puleiro anuncia
Um outro amanhecer no meu sertão

Hei meu sertão, meu sertão
Sertão berço que me viu nascer
Hei meu sertão, meu sertão
Sertão vou te amar até morrer

Revoam sobre as relvas verdejantes
Lindas borboletas multicores
Velozes colibris a todo instante
Não cansam de provar o mel das flores

Cenário de raríssimo esplendor
Recanto de amor, paz e união
Parece que o Divino Criador
Também reside aqui no meu sertão

Hei meu sertão, meu sertão
Sertão berço que me viu nascer
Hei meu sertão, meu sertão
Sertão vou te amar até morrer

Hei meu sertão, meu sertão
Sertão berço que me viu nascer
Hei meu sertão, meu sertão
Sertão vou te amar até morrer

Aquarela Sertaneja

Me gustaría tanto mostrar
El encanto magistral de la naturaleza
Tus ojos se deslumbrarían
Al contemplar tanta belleza así

Los pájaros al romper el día
Trinan como en una oración
El gallo en el gallinero anuncia
Otro amanecer en mi llanura

Hey mi llanura, mi llanura
Llanura cuna que me vio nacer
Hey mi llanura, mi llanura
Llanura te amaré hasta morir

Revuelan sobre las verdes praderas
Hermosas mariposas multicolores
Rápidos colibríes en todo momento
No se cansan de probar la miel de las flores

Escenario de raro esplendor
Rincón de amor, paz y unión
Parece que el Divino Creador
También reside aquí en mi llanura

Hey mi llanura, mi llanura
Llanura cuna que me vio nacer
Hey mi llanura, mi llanura
Llanura te amaré hasta morir

Hey mi llanura, mi llanura
Llanura cuna que me vio nacer
Hey mi llanura, mi llanura
Llanura te amaré hasta morir

Escrita por: Tião Carreiro / LUIZ DE CASTRO