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Nunca Vi

Gerson Rufino

Nunca Vi

Eu nunca vi o meu Deus mentir
Nem suas promessas falharem
Nem tão pouco voltar atrás
Suas palavras no ar se espalharem

Eu nunca vi um justo mendigar
E padecer abandonado, não
O pai que entrega uma pedra
Ao seu filho que lhe pede pão
Eu nunca vi, nunca vi, nunca vi

Nunca vi, nunca vi
Nunca vi, nunca vi
O meu Deus rejeitar uma alma
E desprezar sua dor

Nunca vi, nunca vi
Nunca vi, eu nunca vi
O meu Deus nunca entrega o ódio
A quem lhe pede amor

Deus não abandona o crente não
Na batalha está por perto
Se alguém foge da peleja
O espera sempre de braços abertos

Nunca vi suas mãos encolhidas
Como se não pudesse salvar
Nem agravados os ouvidos seus
Como se não pudesse ouvir
Eu nunca vi, nunca vi, nunca vi

Vejo Deus operando
Seu poder pode tudo fazer
Eu vejo coxo andando
Surdo ouvir e até cego que vê

Para Cristo não há barreiras pois
No seu sangue há poder
Ele perdoa e liberta as almas
Que estão vagando por aí
Isto eu já vi, isto eu vi, isto eu vi

Nunca Vi

Nunca vi a mi Dios mentir
Ni fallar en sus promesas
Ni mucho menos retractarse
Sus palabras en el aire se esparcen

Nunca vi a un justo mendigar
Y sufrir abandonado, no
El padre que da una piedra
A su hijo que le pide pan
Nunca vi, nunca vi, nunca vi

Nunca vi, nunca vi
Nunca vi, nunca vi
Mi Dios rechazar un alma
Y despreciar su dolor

Nunca vi, nunca vi
Nunca vi, nunca vi
Mi Dios nunca entrega odio
A quien le pide amor

Dios no abandona al creyente
En la batalla está cerca
Si alguien huye de la lucha
Siempre lo espera con los brazos abiertos

Nunca vi sus manos encogidas
Como si no pudiera salvar
Ni sus oídos embotados
Como si no pudiera escuchar
Nunca vi, nunca vi, nunca vi

Veo a Dios obrando
Su poder puede hacerlo todo
Veo al cojo caminar
Al sordo oír e incluso al ciego ver

Para Cristo no hay barreras
En su sangre hay poder
Él perdona y libera las almas
Que están vagando por ahí
Esto ya lo vi, esto vi, esto vi

Escrita por: Claudemir Da Silva