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Pon las manos, Dios mío

Gil Borges

Ponha As Mãos Meu Deus

O amor que eu tenho por você
É como o trovão em época de verão
Sai rasgando as veias estreitas
E estremece logo, logo, o coração

Quando eu penso em você
Eu vejo aquele vestido lindo
Se ajustando nessa moldura viva
Que dá contorno ao teu corpo violão

Mas que saudade eu sinto de você
Nessa tal pandemia, o povo sofre tanta agonia
E é muito grande a vontade
Que eu tenho de te ver

Ponha as mãos, meu Deus!
Acabe de vez com esta situação
Aqui na Terra a gente tá sofrendo
Entes queridos estão morrendo, nessa devastação

Pon las manos, Dios mío

El amor que siento por ti
Es como el trueno en época de verano
Que rasga las venas estrechas
Y sacude de inmediato el corazón

Cuando pienso en ti
Veo ese hermoso vestido
Ajustándose en ese marco vivo
Que contornea tu cuerpo de guitarra

Pero qué nostalgia siento por ti
En esta pandemia, la gente sufre tanta agonía
Y es muy grande el deseo
Que tengo de verte

¡Pon las manos, Dios mío!
Acaba de una vez con esta situación
Aquí en la Tierra estamos sufriendo
Seres queridos están muriendo, en esta devastación

Escrita por: José Gildo Pereira Borges