Eu, Caminhão e Uma Saudade
Com essa chuva fina
Caindo no para-brisa
A saudade dela
Começa a bater
Viajando com meu caminhão
Só eu, Deus e a solidão
Querendo você
Barulho dos pneus na chuva
Vem as lembranças
E nessa distância
Lágrimas descem
Sem querer
Meu caminhão
Cortando o vento
Meu coração
Batendo a duzentos
Querendo te ver
Não vejo a hora de voltar
Pra casa
Ela está me esperando
Na volta, o bruto não para
Cria asas, vem voando
O motor do bruto chora
Porque ele sabe
Que a saudade dela está me matando
Yo, Camión y una Nostalgia
Con esta llovizna
Cayendo en el parabrisas
La nostalgia de ella
Comienza a golpear
Viajando con mi camión
Solo yo, Dios y la soledad
Queriéndote a ti
Ruido de los neumáticos en la lluvia
Viene el recuerdo
Y en esta distancia
Lágrimas caen
Sin querer
Mi camión
Cortando el viento
Mi corazón
Latido a doscientos
Queriendo verte
No veo la hora de regresar
A casa
Ella me está esperando
En el regreso, el bruto no se detiene
Crea alas, viene volando
El motor del bruto llora
Porque él sabe
Que la nostalgia de ella me está matando
Escrita por: Gilberto / Gilmar