A Voz
A voz que não fala
Mas dá presença do silêncio
Me diz aquilo que se esconde
Por trás do que penso
A voz que não fala
Mas dá presença do silêncio
Me diz aquilo que se esconde
Por trás do que penso
E me virou a cabeça
E me virou a cabeça
E agora que eu vivo do lado avesso de mim
Me recordo e vejo que sobrou tão pouco
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
E agora que eu vivo do lado avesso de mim
Me recordo e vejo que sobrou tão pouco
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
E agora que eu vivo do lado avesso de mim
Me recordo e vejo que sobrou tão pouco
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
Do que eu pensava ser
Do que eu pensava
La Voz
La voz que no habla
Pero da presencia al silencio
Me dice aquello que se esconde
Detrás de lo que pienso
La voz que no habla
Pero da presencia al silencio
Me dice aquello que se esconde
Detrás de lo que pienso
Y me dio vuelta la cabeza
Y me dio vuelta la cabeza
Y ahora que vivo del lado opuesto de mí
Recuerdo y veo que quedó tan poco
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
Y ahora que vivo del lado opuesto de mí
Recuerdo y veo que quedó tan poco
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
Y ahora que vivo del lado opuesto de mí
Recuerdo y veo que quedó tan poco
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
De lo que pensaba ser
De lo que pensaba
Escrita por: Francisco Gil