Palavras Verdadeiras
Quando a gente está feliz entre quatro paredes
Vale tudo até se consumir no fogo do prazer
Com direito a ser xingado, tudo em nome da paixão
Mas não diga que me ama se não for de coração
Feche a porta, deixe o mundo do lado de fora
Entre pelos e apelos sem nenhum pudor
O suor do meu desejo, escorrendo em tuas mãos
Mas não diga que me ama se não for de coração
Seja para sempre eterno
O meu nome em teu caderno
E a tua foto na minha carteira
Que o poema recitado
E o bilhete apaixonado
Sejam de palavras verdadeiras.
Palabras Verdaderas
Cuando estamos felices entre cuatro paredes
Vale todo hasta consumirse en el fuego del placer
Con derecho a ser insultado, todo en nombre de la pasión
Pero no digas que me amas si no es de corazón
Cierra la puerta, deja el mundo afuera
Entre ruegos y súplicas sin ningún pudor
El sudor de mi deseo, deslizándose en tus manos
Pero no digas que me amas si no es de corazón
Que sea eterno para siempre
Mi nombre en tu cuaderno
Y tu foto en mi billetera
Que el poema recitado
Y la nota apasionada
Sean de palabras verdaderas.
Escrita por: Gilton Della Cella / Horácio Barros Reis